Ele surgiu. Ela vivia num conto de fadas, não havia aprendido a usar suas próprias pernas. Ele tornou-se então sua muleta, sua proteção contra o chão. Ela, iludiu-se. Ele foi-se com a mesma facilidade que veio. Ela foi obrigada a crescer, aprendendo a andar. Ele, vendo-a libertar-se, surgiu novamente. Ela, por fim, disse-lhe “não voltarei a engatinhar”.
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Feche seus olhos, só por um minuto, e veja o quanto o mundo pode ser maravilhoso.
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As vezes paramos e revemos o passado. Percebemos o quanto éramos bobos, sem experiência de vida. Éramos apenas verdadeiros, tão verdadeiros. Lembramos de situações engraçadas que passamos com nossos amigos de infância, nossos amigos de infância… Então, rimos. Um riso reprimido, maduro, nostálgico. Por fim, choramos.
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Não perca seu tempo tentando encontrar-se em pessoas, sentimentos ou vícios. A solidão não está fora, está dentro.
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Música, letras, rock, clássicos, velharias, sentimentos, fotografias, Pink Floyd, palavras, nostalgia, verdade, psicologia. Tem quem me chame de amiga, outros de psicóloga. Fale comigo pela ask, darei meu conselho e cabe a você julgar, ou não, minhas palavras.
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